Queridos Irmãos,
Finalmente chegou a ediação da A Liahona de Maio 2011, segue abaixo o link:
http://cid-d0773d483b80a269.office.live.com/self.aspx/A%20LIAHONA/A%20LIAHONA%20MAIO%202011.pdf
sábado, 4 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
URGENTE === AJUDA À OBRA MISSIONÁRIA
Queridos Irmãos,
Esta mensagem foi enviada pelo Irmão Alberto, LMA da Ala Tatuapé:
Esta mensagem foi enviada pelo Irmão Alberto, LMA da Ala Tatuapé:
Estamos precisando anunciar com urgência : Os Missionários de Tempo Integral ,precisam de uma casa na nossa Região , aluguel de R$ 600,00 ,
Só assim teremos uma dupla de Elderes em tempo integral na nossa ALA .
Quem souber favor avisar o L.Obra : Alberto fone: 2296.2301
Grato
domingo, 22 de maio de 2011
Prova de Amor a Causa de Sião - 22/05/2011
Queridos Irmãos,
Hoje nos foi lido uma Carta pelo Bispo Segundo na Reunião Sacramental, no qual a Primeira Presidência de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias nos pede uma contribuição para a construção de um monumento no Local onde o Sacerdócio Aarônico foi Restaurado. (ver D&C 27)
Para fazermos a contribuição:
Irmãos da Ala Tatuapé, tenho ganhando um testemunho a cada dia que quanto mais dispostos a ajudar a causa de Sião nós estamos, mais bençãos do Senhor receberemos. Assim como diz em Josué 24:15 - "Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram os vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja a terra habitais; porém eu e minha casa serviremos ao Senhor."
Quando o Profeta nos pede algo é como se o próprio Deus abrisse os céus e nos ordenasse sua vontade...Irmãos, portanto façamos aquilo que o Pai Celestial e o Senhor Jesus Cristo esperam de nós.
Irmão Everton
Hoje nos foi lido uma Carta pelo Bispo Segundo na Reunião Sacramental, no qual a Primeira Presidência de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias nos pede uma contribuição para a construção de um monumento no Local onde o Sacerdócio Aarônico foi Restaurado. (ver D&C 27)
Para fazermos a contribuição:
- Só anotarmos no campo Outros: Sacerdócio Aarônico COD 646.
- Ao lado o valor que desejamos doar.
Irmãos da Ala Tatuapé, tenho ganhando um testemunho a cada dia que quanto mais dispostos a ajudar a causa de Sião nós estamos, mais bençãos do Senhor receberemos. Assim como diz em Josué 24:15 - "Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram os vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja a terra habitais; porém eu e minha casa serviremos ao Senhor."
Quando o Profeta nos pede algo é como se o próprio Deus abrisse os céus e nos ordenasse sua vontade...Irmãos, portanto façamos aquilo que o Pai Celestial e o Senhor Jesus Cristo esperam de nós.
Irmão Everton
Anúncio do Bispo Segundo - ATENÇÃO
Queridos Irmãos,
O Bipo Segundo pede a todos os Irmãos da Ala Tatuapé que passem seu endereço de e-mail para o Secretário da Ala, o Irmão Paulo Barreto, para que possamos receber as novidades, informações e anúncios da Igreja.
Se prefirirem podem enviar por email para um dos endereços abaixo:
Paulo Barreto - Sec. da Ala (pdbarreto@gmail.com)
Escola Dominical Ala Tatuapé (ed_alatatuape@hotmail.com)
O Bipo Segundo pede a todos os Irmãos da Ala Tatuapé que passem seu endereço de e-mail para o Secretário da Ala, o Irmão Paulo Barreto, para que possamos receber as novidades, informações e anúncios da Igreja.
Se prefirirem podem enviar por email para um dos endereços abaixo:
Anúncios da Ala Tatuapé - 22/05/2011
Anúncios:
Visita ao Orfanato
- Data: 28/05/2011
- Horário: 13h30
- Local: Todos irão se encontrar com a Irmã Stefani no Horto Florestal
- OBS: Caso alguém tenha interesse, mas não possue o telefone da Irmã Stefani, pode entrar em contato com a Irmã Mirian, no telefone 2478-5778.
- Data: 04/06/2011
- Horário: 7h50 - Para o Desejum no Templo com todos os irmãos
- Horário para estar na Capela do Templo: 9h30
- Local: Templo de São Paulo.
- Data: 12/06/2011
- Horário: 9h
- Local: Ala Tatuapé
- Obs: Precisamos convidar todos os nossos amigos.
- Data: 12/06/2011
- Horário: 17h
- Local: Estaca Penha
- Obs: Para todos os portadores do Sacerdócio
- Data: 25/06/2011
- Horário: 18h
- Local: Ala Tatuapé
- Obs: Precisamos convidar todos os nossos amigos.
FOMOS A MAIOR DAS GERAÇÕES
Élder L. Tom Perry, “Fomos a Maior das Gerações,” Mar 2011
Serão do SEI para Jovens Adultos • 6 de março de 2011 • Universidade Brigham Young
É sempre um sentimento arrebatador contemplar um grupo tão belo e agradável de jovens adultos. Contudo, é ainda mais desconcertante saber que dezenas de milhares de vocês estão reunidos em congregações em todo o mundo.
Vocês São o Futuro da Igreja
À medida que os anos passarem com rapidez, vocês olharão para esta época como um dos períodos mais estimulantes de sua vida. Tenho grande confiança e esperança nos jovens adultos da Igreja. Uma das mais significativas revelações que já recebi ocorreu quando eu me preparava para presidir a Área Europa Central.Durante uma noite insone, recebi a impressão de que os jovens adultos eram o futuro da Igreja na Europa. Eu precisava concentrar-me neles. E esse período tornou-se um dos mais recompensadores de meu longo ministério. Alguns dos resultados mais satisfatórios ocorreram durante os últimos anos ao termos escutado suas opiniões e preocupações.
Juntos aprendemos como ajudá-los a convidar amigos em grande número para adorar com vocês. Tenho visto o fervoroso poder espiritual dos jovens adultos da Igreja. Conheço sua capacidade. Tenho visto como vocês se fortalecem mutuamente e como trazem os amigos ao conhecimento do evangelho restaurado de Jesus Cristo.
Vocês são jovens e eu sou velho. Muitos anos separam vocês de mim. Na sua idade, eu usava uma régua de cálculo para fazer contas nas aulas de contabilidade. Vou-lhes dar uma demonstração de como isso funciona. Eu falo à velocidade de 140 palavras por minuto quando dou um discurso. Se eu mover a régua de cálculo até o número de palavras que vou falar, fico sabendo quanto tempo tenho para falar. Para mim, isso é muito mais rápido do que usar um aparelho moderno de cálculo. Mas para poder acompanhar suas brilhantes mentes modernas, para quase todos os cálculos tenho de estar em dia com as modernas ferramentas de hoje.
Para acompanhar o seu ritmo, é necessário que eu faça várias mudanças para ficar próximo da tecnologia mais atual. Aprendi a usar um computômetro, um perfurador de cartões e um computador que usava disquetes de 360 k, um laptop, um PalmPilot, um Blackberry, um iPod, um iPhone e agora tenho um iPad. Acrescente-se a isso o Facebook, o Twitter, os blogs e o YouTube. Imaginem o que é para um homem de 88 anos de idade tentar acompanhar vocês!
Que provação é para a minha geração tentar acompanhar e usar na vida prática o que vocês estão desenvolvendo. Mas temos uma vantagem sobre vocês. Nós passamos por todas as mudanças. Adquirimos experiência pelo conhecimento de alguns dos fundamentos básicos que ainda são de grande valor como alicerce de fundação. Vocês só conseguem ler a respeito deles. Quero conversar com vocês sobre alguns desses fundamentos básicos que nunca devem ser descartados ou abandonados.
Faça de Sua Geração a Melhor de Todas
Há alguns anos, um autor bem conhecido descreveu alguns dos homens e mulheres da minha geração como “a maior das gerações”. O autor, Tom Brokaw, explicou:“Esses homens e mulheres amadureceram durante a Grande Depressão, quando o desespero econômico varria a terra como uma praga. Viram seus pais perderem suas empresas, fazendas, empregos e esperanças. Tinham aprendido a aceitar um futuro que era vivido um dia de cada vez. Depois, quando começou a surgir um lampejo de recuperação econômica, a guerra explodiu na Europa e na Ásia. (…) Essa geração foi congregada ao palco e ordenada a treinar para a guerra. Deixaram para trás suas fazendas, (…) seus bons empregos (…), desistiram de seus postos nas linhas de montagem (…) e dos empregos no mundo financeiro, abandonaram as escolas e trocaram as becas pelos uniformes militares. (…)
Enfrentaram grandes desafios e tiveram um início tardio, mas não protestaram. Na época de suas vidas em que seus dias e noites deveriam estar cheios de aventuras inocentes, de amor e das lições do dia a dia normal, eles estavam lutando, em geral cara a cara, nas mais primitivas condições possíveis. (…) Lançavam-se ao ar todos os dias em céus tenebrosos, navegavam por águas hostis e muito distantes (…) de suas pátrias. (…)
Quando a guerra terminou, os homens e mulheres que dela participaram (…) uniram-se em celebrações alegres e breves e imediatamente começaram a reconstruir suas vidas e o mundo que desejavam. Estavam muito maduros para sua idade, temperados pelo que haviam experimentado, disciplinados pelo (…) treinamento e sacrifício. Os casamentos se multiplicaram e deram origem a outra (…) geração. (…) Permaneceram fiéis a seus valores de responsabilidade pessoal, dever, honra e fé.”1
Na sua idade, eu procurava alcançar as mesmas coisas que vocês desejam hoje. Antevíamos o romance, os estudos, a profissão e o casamento. Em vez disso, fomos convocados a servir e enviados aos quatro cantos do mundo para participar de uma guerra terrível e proteger nossos direitos básicos de liberdade de pensamento, de ação, de reunião e governo, salvaguardados pela lei. Nosso serviço não foi apenas para nós mesmos — foi a nossa contribuição para as gerações que nos seguiriam. Nós o fizemos de bom grado. Foi preciso grande coragem.
Embora não reivindique a honra só para mim, sou um dos últimos sobreviventes da “maior das gerações”. Ao contemplar o futuro — e o seu futuro — oro para que vocês assumam suas responsabilidades de preservar a nobre herança de nosso passado. Oro para que no futuro vocês sejam conhecidos como “a maior das gerações”.
A sua guerra será muito diferente. Estou consciente de que suas dificuldades serão maiores do que as que tivemos. Sabíamos quem era o inimigo no campo de batalha. Eles atiravam em nós! Hoje, o inimigo é muito mais sinistro. Ele nem sempre nos confronta em batalha direta. Em vez disso, ele se esconde em quase cada armadilha conhecida pelo homem. O plano dele é plantar uma ideia maligna aqui, um mau pensamento ali, para nos desviar das virtudes que aprendemos com nossa gloriosa história. Com seu plano astuto, ele elaborou maneiras de enfraquecer a nossa fé cristã.
Hoje quero falar-lhes sobre o cada vez mais enfraquecido alicerce da fé cristã em todo o mundo.
Fortalecer a Fé no Salvador
Vocês têm um papel em ajudar os filhos do Pai Celestial a retornarem ao alicerce da fé cristã, por meio do desenvolvimento da fé no Salvador e em Seus caminhos.O Papa Bento XVI lamentou o enfraquecimento das igrejas na Europa, na Austrália e nos Estados Unidos. Ele disse: ‘Não há mais evidência da necessidade de Deus e ainda menos de Cristo. (…) As chamadas igrejas tradicionais parecem estar morrendo’. ”2
Afastamo-nos da adoração tradicional. Muitas pessoas dizem que são espirituais e não religiosas — se um ensinamento se adapta a seu estilo de vida, elas o aceitam e o incorporam a sua fé. Do contrário, desenvolvem sua própria fé humana. A fé e a espiritualidade são agora vistas como produtos de consumo. O materialismo se espalhou e substituiu Deus. Nossas vozes precisam ser ouvidas em oposição a essas perigosas tendências destinadas a destruir a fé da humanidade.
O Livro de Mórmon nos alerta continuamente contra a substituição de nossa confiança em Deus por coisas que não duram. Ao descrever uma época em que muitos nefitas estavam se afastando da fé, o Livro de Mórmon diz: “tornaram-se orgulhosos e seu coração encheu-se de vaidade devido a suas enormes riquezas; portanto se tornaram ricos a seus próprios olhos e não davam ouvidos às palavras deles para que andassem retamente perante Deus” (Alma 45:24).
Meus jovens amigos, ao virem o enfraquecimento da fé cristã na sociedade, sua própria fé deve tornar-se ainda mais firme e mais segura. Helamã declarou: “E agora, meus filhos, lembrai-vos, lembrai-vos de que é sobre a rocha de nosso Redentor, que é Cristo, o Filho de Deus, que deveis construir os vossos alicerces; para que, quando o diabo lançar a fúria de seus ventos, sim, seus dardos no torvelinho, sim, quando todo o seu granizo e violenta tempestade vos açoitarem, isso não tenha poder para vos arrastar ao abismo da miséria e angústia sem fim, por causa da rocha sobre a qual estais edificados, que é um alicerce seguro; e se os homens edificarem sobre esse alicerce, não cairão” (Helamã 5:12).
Néfi nos lembra: E falamos de Cristo, regozijamo-nos em Cristo, pregamos a Cristo, profetizamos de Cristo e escrevemos de acordo com nossas profecias, para que nossos filhos saibam em que fonte procurar a remissão de seus pecados [e a] vida que está em Cristo. (…) porque o caminho reto é acreditar em Cristo (2 Néfi 25:26–28).
Temos fundamento para apoiar tal declaração?
Os Símbolos do Sacrifício de Cristo Têm Persistido Através das Eras
O melhor fato registrado em toda a história é o relato da missão de nosso Senhor e Salvador na Terra. Sua missão foi profetizada desde o início dos tempos do homem na Terra.Vamos usar apenas um exemplo. Lemos em Moisés, capítulo 5:
“E aconteceu que, depois que eu, o Senhor Deus, os expulsei, Adão começou a lavrar a terra e a exercer domínio sobre as bestas do campo e a comer o pão com o suor de sua fronte, como eu, o Senhor, lhe ordenara: E Eva, sua mulher, também trabalhava com ele. (…)
E Adão e Eva, sua mulher, invocaram o nome do Senhor e eles ouviram a voz do Senhor que vinha do caminho, em direção ao Jardim do Éden, falando-lhes; e eles não o viram, porque estavam excluídos de sua presença.
E ele deu-lhes mandamentos de que adorassem ao Senhor seu Deus e oferecessem as primícias de seus rebanhos como oferta ao Senhor. E Adão foi obediente aos mandamentos do Senhor.
E após muitos dias, um anjo do Senhor apareceu a Adão, dizendo: Por que ofereces sacrifícios ao Senhor? E Adão respondeu-lhe: Eu não sei, exceto que o Senhor me mandou.
E então o anjo falou, dizendo: Isso é à semelhança do sacrifício do Unigênito do Pai que é cheio de graça e verdade.
Portanto farás tudo o que fizeres em nome do Filho; e arrepender-te-ás e invocarás a Deus em nome do Filho para todo o sempre” (versículos 1, 4–8).
Assim, sacrifícios foram instituídos na Terra como ordenança do evangelho, para serem praticados e realizados pela autoridade do sacerdócio, exemplificando o futuro sacrifício do Filho do Homem, que daria Sua vida pelos pecados do mundo.
A forma da ordenança sempre foi elaborada para salientar pontos específicos do sacrifício do Senhor quando Ele viesse no meridiano dos tempos. A oferta da Páscoa, por exemplo, foi elaborada para que um cordeiro macho de um ano, sem manchas ou defeitos, fosse escolhido como oferenda. O sangue era aspergido, e tomava-se cuidado para que nenhum osso fosse quebrado, tudo isso simbolizando a maneira da morte do Salvador.
Surpreende-me que a oferta sacrificial tenha continuado ao longo das eras, de Adão até a época do Salvador. Embora a humanidade tivesse passado por muitos períodos de apostasia, a esperança de que o Senhor expiaria os pecados da humanidade por meio de Seu Filho Unigênito e de que Seu sangue expiatório tornaria a imortalidade possível permaneceram claras na mente deles.
A oferta de sacrifícios em geral terminou como prática quando o Salvador veio ao mundo. O sacramento foi instituído para lembrar a Seus seguidores que Ele tinha estado na Terra e tinha cumprido Seu ministério terreno. Lemos em Lucas 22:19–20:
“E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente, tomou o cálice depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.”
Mais uma vez fico surpreso que esse lembrete, mesmo durante os escuros períodos da apostasia, tenha sido praticado de muitas formas e por muitos meios ao longo de gerações até a época da Restauração do evangelho, quando o poder do sacerdócio estava novamente na Terra para realizar essa sagrada ordenança de salvação.
Em todos os períodos registrados da história encontramos o constante lembrete da missão de nosso Salvador. Ele veio à Terra como se tivesse uma dupla cidadania: uma de Deus e uma do homem. Assim, pôde realizar Seu grande e enobrecedor sacrifício por todos nós, por meio da Expiação. Poderia haver prova mais forte de que Ele é Jesus, o Cristo, o Salvador do mundo, do que seguir as doutrinas por todos os períodos do tempo? Ele nos deu Seu evangelho para guiar-nos e dirigir-nos durante nossa jornada terrena.
Mostrar ao Mundo a Veracidade do Evangelho de Jesus Cristo
O Presidente David O. McKay disse:“A responsabilidade de mostrar ao mundo que o evangelho de Jesus Cristo resolverá todos os problemas está sobre os homens que fazem essa afirmativa. (…) Acredito (…) que todos os problemas do mundo serão resolvidos pela obediência aos princípios do evangelho de Jesus Cristo. (…)
A solução dos maiores problemas do mundo está aqui na Igreja de Jesus Cristo. Ampla provisão é feita não somente para as necessidades dos indivíduos, mas também para nações e grupos de nações. (…) Concordo que pode parecer que estejamos atribuindo a nós uma sabedoria superior, mas não estamos. Isso é apenas a aplicação do plano de Deus aos problemas do mundo. Vocês que têm o sacerdócio têm uma maior responsabilidade hoje, enquanto vivem neste criativo momento da história do mundo, do que a Igreja já teve antes. Repito. Se alegamos ter a verdade, é obrigatório para todo santo dos últimos dias viver de modo a que, quando os povos do mundo responderem ao chamado para provar do fruto da árvore, que o achem íntegro e bom”.3
A grande mensagem que levamos ao mundo é que o evangelho de nosso Senhor e Salvador foi novamente restaurado à Terra. Sua Igreja está de novo na Terra com o poder e a glória do Santo Sacerdócio.
Aos que são ordenados é dado o poder de agir por Ele como Seus agentes para trazer as doutrinas, ordenanças, os princípios e poderes para ligar na Terra assim como é ligado nos céus. Esta é a Igreja do Salvador. Ele dirige os assuntos de Sua Igreja por meio de Seus profetas escolhidos. Por seu turno, Seus profetas ensinam o evangelho aos outros e testificam de Jesus como nosso Salvador e Redentor. Este dia e esta época é a dispensação da plenitude dos tempos, da qual falaram os profetas desde o início dos séculos. É a época do cumprimento de tudo o que foi registrado para acontecer, que foi dito pelos profetas do Senhor e se encontra nas Sagradas Escrituras. Esta não é uma nova igreja, mas é a Igreja restaurada ao mundo neste dia e nesta época.
Vocês são a geração que o Senhor reservou para o dia de hoje. Vocês saíram das águas do batismo com um convênio e uma promessa ao Senhor de representá-Lo e ajudar as pessoas a abandonar os caminhos do mundo e retornar às bênçãos prometidas a nós, caso O sigamos e vivamos Seu evangelho. Vocês podem ajudar os filhos do Pai Celestial a voltarem a sua fé cristã e a desenvolverem fé Nele e a voltarem para Seus caminhos.
O Que Você Pode Fazer
Talvez vocês perguntem: “O que posso fazer?” Há alguns meses, nosso presidente de estaca, falando na reunião sacramental, sugeriu quatro coisas que podemos fazer para trazer outros de volta a nós:A primeira é a oração diária. Gosto desta afirmação do Dicionário Bíblico: “Tão logo aprendamos o nosso verdadeiro relacionamento com Deus (ou seja, Deus é nosso Pai, e somos Seus filhos), começa a oração a tornar-se natural e instintiva de nossa parte (Mateus 7:7–11). Muitas das dificuldades atribuídas à oração devem-se ao esquecimento desse relacionamento. A oração é o ato pelo qual a vontade do Pai e a de um filho começam a encontrar correspondência entre si. O objetivo da oração não é modificar a vontade de Deus, mas de garantir para nós e para outros as bênçãos que Deus já está desejoso de conceder, mas que estão condicionadas ao nosso pedido. As bênçãos requerem algum esforço de nossa parte, antes que possamos obtê-las. A oração é uma forma de esforço, e é o meio indicado para obtermos a mais elevada das bênçãos”.4
O Presidente Thomas S. Monson disse:
“Digo àqueles que, dentre os que me ouvem, estejam lutando com dificuldades, sejam grandes ou pequenas: a oração é a fonte de força espiritual. (…) A oração é o meio de nos dirigirmos ao Pai Celestial, que nos ama. Falem com Ele em oração e, depois, esperem a resposta. A oração opera milagres. (…)
Lembrem-se de orar com fervor”.5
Façam suas orações diárias e ajudem outros a voltar à fé cristã, encorajando-os a ajoelhar-se e orar a Deus.
Segundo, estudo diário das escrituras. Poderia haver testemunho mais forte de Jesus Cristo do que os que encontramos no Livro de Mórmon? Dos 239 capítulos, 233 mencionam o Salvador. Não é surpreendente?
Certifiquem-se de fazer seu estudo diário das escrituras. Depois, ajudem outros a voltar à fé cristã motivando-os também a estudar as escrituras diariamente.
Terceiro, dignidade para entrar no templo. Alguns de vocês já foram ao templo, outros ainda não. É bom entender o que é necessário para obter uma recomendação para o templo. Entendemos claramente o processo pelo qual vamos ao juiz comum em Israel e confirmamos a ele nossa dignidade de ter uma recomendação válida e depois vivemos pelos padrões requeridos para manter a recomendação.
Vivam de tal maneira que seu exemplo de retidão demonstrará como viver para ser digno de qualificar-se para as bênçãos do templo.
Quatro, atos diários de serviço. Lembrem-se das palavras do Rei Benjamim: “E eis que vos digo estas coisas para que aprendais sabedoria; para que saibais que, quando estais a serviço de vosso próximo, estais somente a serviço de vosso Deus” (Mosias 2:17). O Senhor literalmente responde a nossas orações por meio do serviço que prestamos a outros.
Sejam um exemplo de serviço cristão e ajudem outros a retornar à fé cristã, encorajando-os a ir adiante e servir a seu próximo.
“Com Valor Marchemos”
Quando eu tinha a sua idade, tive uma experiência que me ajudou a compreender a importância do serviço. Há dez anos essa experiência foi contada no vídeo Testemunhas Especiais de Cristo. Gostaria de compartilhá-lo com você novamente esta noite:“Houve uma experiência em minha vida que frequentemente me lembra da alegria resultante da pergunta: ‘O que o Salvador faria nesta situação?’
Eu estava na primeira leva de fuzileiros a entrar no Japão após a assinatura do tratado de paz que encerrou a Segunda Guerra. Entrar na devastada cidade de Nagasaki foi uma das experiências mais tristes da minha vida. Grande parte da cidade havia sido totalmente destruída. Alguns dos mortos ainda não tinham sido sepultados. Como tropa de ocupação, estabelecemos um QG e pusemos mãos à obra.
A situação era muito triste e alguns de nós queríamos oferecer mais. Dirigimo-nos ao capelão da divisão e pedimos permissão para ajudar a reconstruir as igrejas cristãs. Devido às restrições do governo durante a guerra, aquelas igrejas tinham quase parado de funcionar. As poucas que estavam de pé estavam em ruínas. Um grupo entre nós se apresentou para consertar e revestir essas igrejas durante nossas folgas, de forma a que ficassem disponíveis para realizar serviços cristãos de novo.
Não dominávamos o idioma. Tudo o que podíamos fazer era o trabalho braçal de conserto das igrejas. Encontramos os ministros que não puderam servir durante os anos de guerra e os encorajamos a voltarem a seu púlpito. Tivemos uma experiência magnífica com eles à medida que experimentavam a liberdade de praticar suas crenças cristãs.
Ao sairmos de Nagasaki para voltar para casa, ocorreu então algo de que sempre me lembrarei. Ao embarcarmos no trem que nos levaria aos navios para voltar para casa, alguns outros fuzileiros nos provocaram. Eles tinham consigo suas namoradas que se despediam deles. Eles riam de nós e diziam que tínhamos perdido toda a diversão de estar no Japão. Tínhamos desperdiçado nosso tempo trabalhando e revestindo paredes.
No auge dos deboches deles, numa pequena elevação perto da estação ferroviária apareceram cerca de 200 daqueles grandes cristãos japoneses das igrejas que tínhamos consertado, cantando ‘Com Valor Marchemos’. Eles desceram até a estação e nos cobriram de presentes. Depois eles se alinharam ao longo dos trilhos e enquanto o trem começava a ganhar velocidade, estendemos as mãos e tocamos os dedos deles ao partir. Nem conseguimos falar; nossas emoções eram muito fortes. Mas estávamos gratos por ter ajudado um pouquinho no restabelecimento da cristandade em uma nação depois da guerra”.6
Erguer-se em um Novo Sentimento de Compromisso
Eu sei que Deus vive. Sei que todos somos Seus filhos e que Ele nos ama. Sei que Ele enviou Seu Filho ao mundo para ser o sacrifício expiatório de toda humanidade, e que aqueles que aceitam Seu evangelho e O seguem terão a vida eterna, o maior de todos os dons de Deus. Sei que Ele conduziu a Restauração do evangelho novamente aqui na Terra pelo ministério do Profeta Joseph Smith. Sei que a única alegria duradoura que jamais encontraremos durante nossa vida mortal virá ao seguirmos o Salvador, obedecermos Suas leis e guardarmos Seus mandamentos.Esta noite, meus jovens amigos, desafio-os a erguer-se em um novo sentimento de compromisso. Desafio-os a se tornarem “a maior das gerações” ajudando aos filhos do Pai Celestial a voltar a sua fé cristã e ao forte alicerce religioso que é tão necessário para desfrutarmos paz de consciência e verdadeira felicidade neste período de provação mortal.
Que Deus os abençoe com a coragem, a ousadia, o entusiasmo e o desejo de mais uma vez restaurar a fé no evangelho de nosso Senhor e Salvador. Ele vive. Este é o meu testemunho a vocês, em Seu santo nome. Em nome de Jesus Cristo. Amém.
© 2011 Intellectual Reserve, Inc. Todos os direitos reservados. Aprovação do inglês: 6/10. Aprovação da tradução: 6/10. Tradução de We Were the Greatest Generation. Portuguese. PD50029874 059
sábado, 21 de maio de 2011
AULA DO 4° DOMINGO DO MÊS MAIO 2011 - QUÓRUM & SOC SOC
Queridos Irmãos,
Aula 4° Domingo do Mês de Maio 2011
Presidente Thomas S. Monson
Aula 4° Domingo do Mês de Maio 2011
Presidente Thomas S. Monson
Histórias do Livro do Mormon
Queridos Irmãos,
Temos uma ótima novidade, o manual Histórias do Livro de Mormon, um ótimo manual para noites familiares;
Temos uma ótima novidade, o manual Histórias do Livro de Mormon, um ótimo manual para noites familiares;
- Para baixar este manual, acesse o link: http://cid-d0773d483b80a269.office.live.com/self.aspx/MANUAIS%20PROFESSORES%202011/MANUAIS%20-%20AUX%c3%8dLIO/HIST%c3%93RIAS%20DO%20LIVRO%20DE%20MORMON.pdf
Ou
- Baixe pela coluna lateral do blog, na parte Manuais dos Professores 2011, após abrir o link, acesse manuais auxílio, depois de aberto, só clicar na Histórias do Livro Mormon.
Motivação
Queridos Irmãos,
A mensagem abaixo foi enviada pela Irmã Andréa, da Ala Tatuapé (a mãe do Dani, Samuel e Bea...e esposa do Grande Wellington...rsrs)
Elogie do Jeito Certo
Por Marcos Meier
Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos. O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança. O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si. Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa. A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado. Nossos filhos precisam ouvir frases. Como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu video game foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real. Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente. Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil. Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.
“Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Seus livros são encontrados na loja virtual www.kapok.com.br "
Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos. O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança. O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si. Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa. A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado. Nossos filhos precisam ouvir frases. Como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu video game foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real. Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente. Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil. Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.
“Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Seus livros são encontrados na loja virtual www.kapok.com.br "
Eu adorei......espero que essa mensagem nos ajude na Igreja, na Família e na Vida!!
Na verdade essa mensagem terminaria aqui...mas não posso deixar de colocar um video que nos foi compartilhada num treinamento do Quórum de Elderes pelo Irmão Victor, que resume a mensagem..
Everton
Assinar:
Comentários (Atom)







